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29 setembro 2009

introdução do Hino Nacional Brasileiro


Espera o Brasil
Que todos cumprais
Com o vosso dever.
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!

Gravai o buril
Nos pátrios anais
Do vosso poder.
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!

Servi o Brasil
Sem esmorecer,
Com ânimo audaz
Cumpri o dever,
Na guerra e na paz,
À sombra da lei,
À brisa gentil
O lábaro erguei
Do belo Brasil.
Eia sus, oh sus!

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O Hino Nacional Brasileiro tem letra de Joaquim Osório Duque Estrada (1870 - 1927) e música de Francisco Manuel da Silva (1795 - 1865). Foi oficializado pela lei nº 5.700, de 1 de setembro de 1971, publicada no Diário Oficial (suplemento) de 2 de setembro de 1971.

Hino executado em continência à Bandeira Nacional e ao presidente da República, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal, assim como em outros casos determinados pelos regulamentos de continência ou cortesia internacional. Sua execução é permitida ainda na abertura de sessões cívicas, nas cerimônias religiosas de caráter patriótico e antes de eventos esportivos internacionais. A música do hino é de Francisco Manuel da Silva e foi inicialmente composta para banda. Em 1831, tornou-se popular com versos que comemoravam a abdicação de Dom Pedro I. Posteriormente, à época da coroação de Dom Pedro II, sua letra foi trocada e a composição, devido a sua popularidade, passou a ser considerada como o hino nacional brasileiro, embora não tenha sido oficializada como tal. Após aproclamação da República os governantes abriram um concurso para a oficialização de um novo hino, ganho por Leopoldo Miguez. Entretanto, com as manifestações populares contrárias à adoção do novo hino, o presidente da República, Deodoro da Fonseca, oficializou como Hino Nacional Brasileiro a composição de Francisco Manuel da Silva, estabelecendo que a composição de Leopoldo Miguez seria o Hino da Proclamação da República. Durante o centenário da Proclamação da Independência, em 1922, finalmente a letra escrita pelo poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada tornou-se oficial. A orquestração do hino é de Antônio Assis Republicano e sua instrumentação para banda é do tenente Antônio Pinto Júnior. A adaptação vocal foi feita por Alberto Nepomuceno e é proibida a execução de quaisquer outros arranjos vocais ou artístico-instrumentais do hino.

A partir de 22 de setembro de 2009, o hino nacional brasileiro tornou-se obrigatório em escolas públicas e particulares de todo o país. Ao menos uma vez porsemana, todos os alunos do ensino fundamental devem cantá-lo. [1]



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Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos


HINO NACIONAL

Parte I

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Parte II

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores."
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- "Paz no futuro e glória no passado."
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva

Atualizado ortograficamente em conformidade com Lei nº 5.765 de 1971, e com
art.3º da Convenção Ortográfica celebrada entre Brasil e Portugal. em 29.12.1943.

Fonte: wikipedia

DATENA OFENDE GCMS E DEIXA CRIANÇA ABALADA

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Procure ler os comentários postados no You Tube


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28 setembro 2009

ABRAGUARDAS - Associação Brasileira dos Guardas Municipais

A ABRAGUARDAS é uma entidade defensora dos direitos do Guarda Municipal e para tanto estamos promovendo a campanha de filiação na cidade de São Paulo. A finalidade da campanha de filiação é divulgar as ações que visam recuperar parte das perdas salariais acumuladas ao longo dos anos. Todas as ações são viáveis e encontram-se disponíveis aos associados.

Para solicitar sua filiação, você agora só precisa entrar em contato com nosso Diretor de atendimento, 11 65026362, ou fazer a solicitação através do e-mail presidente.abraguardas@gmail.com

Informe no corpo do e-mail seus dados, tipo: unidade em que trabalha e telefone para contato, assim que possível entraremos em contato e providenciaremos sua filiação enviando um representante à sua unidade.

A ABRAGUARDAS disponibiliza ao seu associado um corpo jurídico especializado em causas funcionais.

Mensalidade Associativa

R$ 10,00/mês

Atenção Guarda Municipal! Aprenda a se defender.

Todos os Guardas Municipais do Brasil que se sentiram ofendidos com as informações divulgadas pela mídia televisiva não se sinta inferiorizado, levante a cabeça e se defenda. Entre em contato com a ABRAGUARDAS e saiba como protocolar sua ação.

Ajude a ABRAGUARDAS a ajudar você.

Não se esqueça nunca!

JUNTOS PODEMOS TUDO!

11 65026362

Aposentadoria Especial

A ABRAGUARDAS foi precursora na defesa da aposentadoria especial, enviou projeto que visa sua regulamentação no âmbito da Administração Pública Municipal da cidade de São Paulo e estamos apresentado nosso projeto em várias cidades do Brasil. São ações viáveis e já possui jurisprudência favorável, assim os Guardas Municipais do Brasil que possuem 30 anos trabalhados, sendo 20 de Guarda Municipal, entre em contato com a ABRAGUARDAS e se informe sobre como solicitar sua aposentadoria.

27 setembro 2009

OS MUNICÍPIOS NÃO TÊM PODER DE POLICIA? O VELHO PARADIGMA.

* Sérgio Ricardo de França Coelho

O dia 18 de setembro de 2009 pode ser considerado um dia histórico para as Guardas Municipais.

Neste dia, em decorrência dos episódios de São Caetano do Sul, Guarulhos e Limeira onde Guardas foram envolvidos em episódios de conflito e violência o telejornal Bom Dia Brasil da rede Globo, reproduziu em cadeia nacional a matéria “Saiba como é o treinamento da Guarda Municipal”. Nos dias anteriores, pelos mesmos fatos, o jornalista e apresentador do programa Brasil Urgente, José Luiz Datena, desqualificou perversamente a imagem das Guardas Municipais.

De fato, em ambas as veiculações, a participação de “especialistas” em segurança pública como o Cel José Vicente da Silva Filho entre outros, tentou transmitir a população a “verdade” pregada pelos mesmos de que as Guardas Municipais são instituições ilegítimas no contexto da segurança pública, compostas em sua maioria, por integrantes despreparados para a função policial, causando perplexidade e enorme sentimento de frustração entre os profissionais de segurança municipal.

As matérias, frágeis em conteúdos estatísticos oficiais, evidentemente, comprometem o fortalecimento institucional das GM´s perante o poder legislativo em todas as esferas. No entanto, é preciso que todos aqueles que de maneira séria e isenta estudam o assunto, ponderem pelos benefícios que algo aparentemente tão negativo poderá trazer a esta discussão.

Durante a matéria, foi afirmado que os Guardas Municipais não tem poder para fazer rondas, revistar e prender pessoas em atitude suspeita ou em flagrante delito.

Os jornalistas acreditaram e assumiram estas afirmações ao passo que as reproduziram em seus breves comentários.

Datena tem ido além, afirmando em seus programas diários que as Guardas não são devidamente preparadas para a função policial (o que traduziria perigo para a sociedade). Em entrevista, um dos especialistas afirmou: “As Guardas não fazem a menor diferença no balanço da prevenção à criminalidade nas cidades brasileiras”.

Enfim, para quem acompanha com certa freqüência os assuntos de segurança pública no Brasil, não é novidade o fato da grande imprensa brasileira, de uma forma geral, desconhecer as obrigações dos administradores municipais com a segurança e por conseqüência, a função policial de suas GM´s.

Nos últimos 10 anos temos pensado em várias formas de estimular o debate em torno da falência do modelo brasileiro de segurança pública e sua relação com as funções policiais dos municípios. Neste período, nosso êxito tem sido praticamente zero. Na melhor das hipóteses, algum espaço em veículos de âmbito regional, até pelo fato, de ser no interior de São Paulo, a região de atuação policial mais efetiva das GM´s em comparação a outras regiões do país.

De fato, a imprensa das principais capitais, nunca deu muita importância a este debate e aqui, neste breve espaço, podemos registrar o que supomos serem as principais razões:

1. A idéia de que segurança pública é coisa de militares, coronéis e delegados é um velho paradigma em nosso país. Um conceito culturalmente enraizado, de uma sociedade que de forma geral, desconhece a noção exata do que venha a ser o tripé estado – democracia – cidadania.

Para a maioria das pessoas do povo, estas palavras soam como mera filosofia ou discurso político. Essa mesma cultura tem sido responsável em fazer a sociedade acreditar nas afirmações que a constituição de 88 deu às unidades federativas estaduais a exclusividade do poder de policia. Quando a maior parte da sociedade assume esse paradigma, é natural que sua imprensa (produto da mesma sociedade) também o assuma.

2. A segunda e não menos relevante razão, está no fato de que há 20 anos (promulgação da CF 88) o contingente das GM´s em todo o país ainda representava um universo inexpressivo em relação ao contingente das policias estaduais. Embora em algumas cidades do interior paulista a atuação das Guardas fosse decisiva, essa não era a realidade comum em todo o país. Nos anos posteriores, sem que a maioria dos formadores de opinião pudesse notar, essa realidade foi se modificando ao longo das últimas duas décadas e hoje, mais de 700 municípios já contam com algum tipo de agencia municipal de segurança organizada e esse fato começa a despertar atenção da grande imprensa nacional como ocorreu no último dia 18 de setembro.

O crescimento exponencial das ações de segurança no âmbito das administrações municipais é expressivo e gerou fatos inquestionáveis omitidos na abordagem superficial das matérias aqui citadas.

Centenas de Acórdãos (decisões de 2° instância) do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo tem decidido em favor de prisões realizadas por GM’s. Antes mesmo destes episódios, a própria OAB de São Paulo já havia decido em todas suas instâncias administrativas o indeferimento do registro de advogado para agentes das Guardas com base na incompatibilidade da advocacia com a função policial. O Estatuto do Desarmamento também reconheceu isso quando exigiu carga horária de treinamento, criação de corregedoria e avaliação psicológica a cada dois anos para a garantia do porte de arma. Registre-se que nenhuma outra polícia brasileira tem uma legislação tão rigorosa para a concessão do porte funcional de arma de fogo.

Dentre tantas outras decisões oficiais, o tribunal de São Paulo recentemente considerou a greve dos Guardas Metropolitanos ilegal. E por quê? Segundo os Desembargadores, pelo fato de pertencerem a uma instituição policial.

O caro leitor fatalmente estará se perguntando: Como um guarda municipal deveria defender o tal patrimônio público (bens serviços e instalações art.144 §8° CF), que pela análise dos “especialistas” ouvidos nas matérias, se restringe a prédios públicos e praças?

Vamos por um instante, dar razão a estes brilhantes especialistas considerando que os agentes municipais devessem proteger apenas os patrimônios municipais e não seus usuários. Apenas as escolas, mas não, seus professores e alunos. Apenas os bancos das praças e não, quem senta neles.

Ainda que isso parecesse incoerente e absurdo. Concordaremos por um momento. O caro leitor também deve estar se perguntado: Como o Guarda faria isso sem a prerrogativa de restringir a liberdade do agressor? Lembrando que estamos falando apenas da proteção do patrimônio.

Sim, a resposta seria através da força. E como essa força é usada?

Primeiramente, através de uma orientação expressa vinda de um agente vestido de uniforme policial. Progressivamente, o que faria esse agente em caso de resistência por parte do agressor ou até mesmo de uma agressão contra o agente? Usar seus recursos materiais e habilidades para detê-lo e conduzi-lo a presença da autoridade policial judiciária de plantão.

Seguindo a teoria dos especialistas ouvidos nas matérias, a medida correta seria chamar a policia já que o guarda não o é, aguardar e rezar. Caso não tenha um telefone em mãos, fugir seria a medida mais sensata. Teríamos neste cenário, a clássica figura de um fiscal de luxo. No lugar de um simples colete escrito fiscal, todo aquele aparato usado pelo guarda, como uniforme, algemas, armas não letais, treinamento e viaturas caracterizadas apenas para usar um celular e discar 190.

A conclusão que nos resta, segundo a ótica destes especialistas é de que ao longo dos últimos 20 anos, o número de municípios com guardas municipais subiu de 150 para 720 (pouco mais de 20 mil para quase 100 mil agentes) desnecessariamente. Precisamos estudar esse fenômeno que contraria as leis de oferta e demanda.

Também concluiremos que a segurança Pública no Brasil, é modelo a ser seguido pelo mundo em razão de sua eficiência, baixo nível de corrupção, confiança popular e respeito aos direitos humanos.

Se os incidentes envolvendo as Guardas de São Caetano, Guarulhos e Limeira são capazes de fazer alguém sugerir o fim destas instituições apesar de toda a história de eficiência demonstrada pelas mesmas, logo alguém irá defender a idéia de jogar a criança fora depois do banho junto com a água suja da bacia. Esqueceram de falar, que as Guardas de São Caetano, Guarulhos e Limeira são altamente respeitadas e aprovadas em suas respectivas cidades de origem. Será que os especialistas se arriscariam a realizar uma pesquisa isenta neste sentido junto às populações das respectivas cidades?

Que tal uma pesquisa qualitativa junto à população onde pudéssemos avaliar e comparar o trabalho das Guardas e das policias pela ótica da própria população?

Por mim o desafio está lançado.

Com tudo isso, porque matérias como esta, que colocam em xeque a legalidade das ações policiais efetuadas pelas GM´s são veiculadas como foram no dia 18? Não me ocorre outra resposta, se não, acusar o velho paradigma a que me referi no inicio deste longo artigo.

Afinal, um paradigma individual, é muito difícil de ser alterado. Quiçá um paradigma coletivo de tantos anos!

Antes de concluir, preciso falar do lado positivo de toda aquela incoerência jornalística.

As Guardas Municipais precisam de uma vez por todas, usar a ciência a seu favor. Os melhores e mais experientes gestores de segurança municipal já puderam conhecer por suas próprias experiências, os fundamentos que nos fazem afirmar que as guardas municipais, quando bem administradas, são eficientes organismos de intervenção das políticas de segurança, em especial, nas políticas de prevenção e aproximação com a sociedade. Mas, estes fatos precisam ser comprovados cientificamente através de estatísticas e métodos de mensuração confiáveis.

A boa notícia, é que um projeto da União Nacional dos Guardas Municipais e do Conselho Nacional das Guardas Municipais em parceria com universidades e o Instituto de Pesquisa em Segurança Municipal (IPECS) está prestes a tornar realidade esta necessidade.

Em janeiro de 2010 será oficialmente lançado o sistema de informações das Guardas Municipais. Um banco de dados estatísticos on-line que já conta com 723 municípios cadastrados disponibilizará aos órgãos oficiais a partir de então, o acesso as demandas atendidas pelos municípios através de suas Guardas Municipais.

Sabemos que apenas isso não será suficiente, pois, os interesses que cercam a manutenção do “status quo” são temas para outros artigos. Muitas matérias polêmicas e tantos outros debates.

Para os estudiosos do tema devo afirmar.

A ciência é a nossa arma e através dela haveremos de comprovar o que há muito já descobrimos pela intuição e experiência profissional: A eficácia do trabalho preventivo realizado pelas Guardas Municipais bem administradas.

Só assim, poderá haver esperança de alterarmos este paradigma coletivo.

Mesmo, sabedores que somos da afirmação de um grande gênio da ciência, de ser mais fácil desintegrarmos um átomo, que alterarmos um velho paradigma.

* Sérgio Ricardo de França Coelho, pesquisador e consultor em segurança pública municipal é Secretario Geral do Conselho Nacional das Guardas Municipais – CNGM, Pesquisador e diretor do Instituto de Pesquisas, Ensino e Consultoria Técnica em Segurança Pública Municipal – IPECS, foi fundador e presidente nacional da União Nacional dos Guardas Municipais do Brasil entre os anos de 98 e 2006.

DEPOIMENTO DA ADVOGADA GIANE GONELO QUANTO A CRITICAS RELACIONADAS A GUARDA CIVIL

Assunto: BOM DIA BRASIL - CRÍTICA - 18/09/2009

Meu nome é Giane Gonelo, sou advogada, tenho 31 anos e quero aqui retratar minha indgnação com relação a reportagem exibida sobre a Guarda Civil Metropolitana de SP.
Não é de hj que os telejornais da Globo, vem se referindo a Guarda Metropolitana de forma hostil; ressaltam os pontos fracos (que toda corporação possui) e nunca engrandessem de alguma forma os pontos positivos.

Eu mesma, já fui vítima de violência aqui em SP, e muito gentilmente e de forma eficaz fui atendida por esses guardas da referida incorporação, com uma ação impecável, sem nenhum vestígio de mal treinamento ou de excesso de auto confiança , como o ex coronel da PM deixou nas entre linhas´.
Pense os Senhores, que se estivessem em uma situação equiparada a que eu vivi, de maneira abrupta tendo sido assaltada, quase violentada...quando olhassem para os lados e avistassem uma viatura da Guarda Metropolitana , o que esperaria que os guardas fizessem? Ficassem olhando o mal elemento e cruzassem os braços, pq no regimento diz que não pode haver perseguição? É isso que a população espera? Não. é claro que não! Esperam sim que persigam, e após atender a situação naquele momento passassem a informação a PM, já que é assim o exigido....
Até mesmo o Sr prefeito Kassab, este que deveria valorizar os serviços dessa instituição, os tratam com desdém, pois estive acompanhando a "palhaçada" que o mesmo fez contratando serviços do Estado, ou seja, a PM, para fazer algo que os próprios guardas poderiam fazer em gozo de suas atribuições.
Tudo é política, só que uma política que prejudica não só a reputação desses trabalhadores, mas sim a reputação de um pai ou mãe de família, que diante dos fatos expostos pela mídia, acabam desvalorizando os serviços e comprometimento de seus pais, acarretando uma série de problemas emocionais a ambos.´
É lamentável o que FOI EXPOSTO POR ESSE EX CORONEL PM, chegou ao ponto de dizer que a Guarda Civil Metropolitana não faz diferença para a cidade, absurdo! Não senti imparcialidade da apresentadora em nenhum instante, concordava plenamente com tudo e naõ obstante, a Sandra Anemberg, ontem no programa da Ana Maria Braga, reforçou ainda mais a sua hostilidade para com a Guarda Metropolitana, não entendendo os motivos que levaram ao ocorrido em Campinas e expressando sua opinião de forma lamentável!
Muito me admira, a Rede Globo, tão bem conceituada se rebaixar ao ponto de transmitir uma reportagem tão ofensiva a profissionais como a de hj! Sinto muito, pois acabei de crer que não devo mais acreditar na mídia e em nada que venha dela, pois sempre terá algo oculto que será difícil desvandar por de trás das câmeras!
Giane Gonelo


--
Vá à luta com determinação; Abrace a vida e viva com paixão; Perca com classe e vença com ousadia, Porque o mundo pertence a quem se atreve...(Chaplin)
Giane C. G. Andrade

26 setembro 2009

25/09/2009 - Nota oficial sobre assassinato do guarda Aparecido Souza

25/09/2009 – 14:15

Quantos outros guardas municipais precisam morrer para que a prefeitura de Curitiba tome medidas que efetivamente garantam a segurança desses trabalhadores? Essa é a pergunta que a diretoria do Sismuc faz aos responsáveis pela secretaria de defesa social, secretaria de recursos humanos e ao prefeito Beto Richa.
Na noite de ontem (24), mais um guarda municipal foi assassinado. Aparecido José de Souza, 57 anos, foi executado dentro do Cmum da Vila Barigui, Cidade Industrial.
Esse é o terceiro caso em quatro meses. Os guardas Mauro César Carvalho e Renato César Rodrigues do Nascimento foram assassinados em junho e julho, respectivamente. O primeiro morreu no cumprimento do serviço e o segundo foi assassinado em casa com suspeitas de represálias pela atividade profissional.
Casos como esses apontam para a necessidade, principalmente, de uma nova política de gestão de pessoal por parte da prefeitura. Isso deve passar pelo treinamento, garantia de equipamentos adequados, gratificações por risco de vida e atribuições que evitem colocar a vida de funcionários públicos municipais em risco.
A diretoria do Sismuc também cobra a punição dos responsáveis pelo assassinato do guarda municipal e acompanha de perto as investigações da polícia.
Imprensa Sismuc
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Em nota oficial, Sismuc responsabiliza Beto Richa pelo assassinato do 3º guarda municipal em Curitiba

* Os R$ 5,6 milhões do Pronasci poderiam evitar essa tragédia humana


Prefeito nem aí com a terceira execução de guarda municipal em 4 meses.

O Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc) divulgou uma nota oficial responsabilizando o prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), pela morte ontem de Aparecido José de Souza, executado dentro de um órgão da prefeitura. Ele foi o terceiro guarda municipal a ser assassinado enquanto trabalhava em quatro meses.

Os R$ 5,6 milhões do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), que estão parados devido à incompetência do prefeito tucano, poderiam evitar mais essa perda humana.

A seguir a nota oficial do Sismuc sobre assassinato do guarda Aparecido Souza:

“Quantos outros guardas municipais precisam morrer para que a prefeitura de Curitiba tome medidas que efetivamente garantam a segurança desses trabalhadores? Essa é a pergunta que a diretoria do Sismuc faz aos responsáveis pela secretaria de defesa social, secretaria de recursos humanos e ao prefeito Beto Richa.

Na noite de ontem (24), mais um guarda municipal foi assassinado. Aparecido José de Souza, 57 anos, foi executado dentro do Cmum da Vila Barigui, Cidade Industrial.

Esse é o terceiro caso em quatro meses. Os guardas Mauro César Carvalho e Renato César Rodrigues do Nascimento foram assassinados em junho e julho, respectivamente. O primeiro morreu no cumprimento do serviço e o segundo foi assassinado em casa com suspeitas de represálias pela atividade profissional.

Casos como esses apontam para a necessidade, principalmente, de uma nova política de gestão de pessoal por parte da prefeitura. Isso deve passar pelo treinamento, garantia de equipamentos adequados, gratificações por risco de vida e atribuições que evitem colocar a vida de funcionários públicos municipais em risco.

A diretoria do Sismuc também cobra a punição dos responsáveis pelo assassinato do guarda municipal e acompanha de perto as investigações da polícia”.

Fonte: ESMAELMORAIS.COM.BR

Guarda municipal de Curitiba é morto enquanto trabalhava em posto de saúde

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Infelizmente a matéria está equivocada, na verdade a intenção do homicida era efetivamente tirar a vida do Guarda Municipal, não houve sequer uma suposta tentativa de roubo ou coisa do gênero.

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O agressor entrou no posto de saúde com a arma em punho gritou chamando a atenção de todos e efetuou cinco disparos de arma de fogo na direção do Guarda Municipal, isso sendo dois tiros quando estava se aproximando do GM e os outros disparos no próprio servidor, sendo dois nas costas e um na cabeça, lembrando que a vítima estava usando colete de proteção balística. O disparo fatal foi justamente aquele que atingiu a cabeça do nosso amigo.

Após concluir o seu intento o assassino saiu do posto de saúde caminhando a pé, passou em frente à Companhia da Polícia Militar que fica ao lado do posto de saúde, virou uma ruela à esquerda e desapareceu.

Foi visto logo em seguida um veículo vermelho saindo da rua e após uma motocicleta com o condutor e o carona.

Vincular este homicídio ao fato do servidor estar usando arma, e que o agressor estava interessado em roubar a mesma, com o devido respeito, é uma verdadeira ignorância, uma coisa não tem nada a ver com a outra, e, diga-se de passagem, nos ensinamentos jurídicos, aprendemos que o dolo é punível, ou seja, a vontade do autor (intenção), sendo neste caso o de tirar a vida de alguém, preenchendo o tipo penal disposto no art.121 do Código Penal.

Nesta fatalidade relatada, o que ocorreu foi um crime de homicídio, com grande possibilidade de ser dupla ou triplamente qualificado, pelo motivo torpe e/ou fútil e pelo fato de dificultar ou tornar impossível a defesa do ofendido, art. 121, § 2º, I, II e IV, mas não o crime de latrocínio, como fora aventado pela reportagem.

Escrevo esta observação, não com o objetivo de defender ou atenuar a pena do criminoso, mas sim para esclarecer a mídia que o Guarda Municipal pode e deve andar armado, esta é uma Garantia Constitucional, prevista no art. 5º, inciso XIII, da Constituição Federal, tendo este direito assegurado no Estatuto do Desarmamento, qualquer informação contrária é mera especulação, a qual não deve ser considerada pelos veículos de comunicação.

Na verdade, toda vez que aparece uma reportagem falando aquilo que não sabe ou pronunciamento de terceiros com intenções capciosas, se apresentando como pseudos especialistas e outros mais, acaba diretamente se apregoando o preconceito contra uma classe nobre de trabalhadores, num total de oitenta mil Guardas Municipais no Brasil, que estão dando suas vidas para a manutenção da Segurança Pública deficiente e que, por conseguinte recebem esta ofensa direta e abusiva por parte dos “juristas de final de semana”.

Autor: Claudio Frederico de Carvalho

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Fuzilado no portão de casa após atender chamado

26/09/2009 às 00:00:00 - Atualizado em 25/09/2009 às 23:55:59


Marcelo Vellinho

O pedreiro Lúcio Proste, 25 anos, foi chamado no portão de casa e fuzilado com aproximadamente 10 tiros, por volta das 2h30 de ontem, na Vila São José, bairro Augusta, próximo à Cidade Industrial. Baleado no peito e na barriga, ele tombou na garagem da residência, na Rua Sargento Haroldo Cordeiro Júnior.

Parentes de Lúcio contaram à polícia que o rapaz saiu da casa dos fundos para atender algumas pessoas que gritaram por ele, do portão. Os amigos encontraram Lúcio rodeado de cápsulas calibre 380.

Guarda

A polícia já tem o nome de um suspeito,que pode ser o mesmo que matou o guarda municipal Mauro César Carvalho, 43 anos, em julho, na Unidade de Saúde São José, também no Augusta. A ex-mulher de Lúcio está presa e também é suspeita de participar da morte do guarda

25 setembro 2009

Guarda municipal é morto em centro de urgências


Giselle Ulbrich_______________________
Anderson Tozato





Bandido voltou ao local pra conferir se Aparecido tinha morrido.

O guarda municipal Aparecido José de Souza, 57 anos, foi executado a tiros, às 21h30 de ontem, dentro do Centro Municipal de Urgências Médicas (Cemum), da Vila Barigui, Cidade Industrial.

O crime causou pânico nas 45 pessoas que estavam na recepção do posto. O assassino, ousado, voltou mais tarde para ver se o guarda tinha morrido. Vários policiais tentaram capturá-lo, mas o marginal escapou.

De acordo com o médico Matheos Chomatas, diretor do Serviço Municipal de Urgência, Aparecido estava na recepção quando o assassino entrou e, sem falar nada, deu um tiro na cabeça do guarda. Quando Aparecido caiu, o bandido deu dois tiros no peito do servidor. O marginal fugiu em um Gol ou uma moto vermelha.

Retorno

Aparecido foi imediatamente atendido, mas morreu menos de uma hora depois. Depois disso, nova correria ocorreu dentro do Cemum. Uma enfermeira viu um indivíduo com as mesmas características do assassino nos fundos do posto.

Policiais correram até lá, pularam o muro, mas não localizaram o suspeito, que teria fugido numa moto. O assassino era um rapaz de estatura média, forte, aparentando cerca de 28 anos, usando jaqueta amarela.

A vítima trabalhava há cerca de 15 anos na Guarda Municipal e morava no Jardim da Ordem, Tatuquara. A Delegacia de Homicídios trabalha com as hipóteses de vingança ou crime passional.

Fonte: Paraná Online

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